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	<title>Enxurrada de propostas desafia reforma tributária &#8211; Supermercados Goes &#8211; o Super da Família do Bairro!</title>
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		<title>Enxurrada de propostas desafia reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 13:07:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Enxurrada de propostas desafia reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta que mudará os impostos no país, esbarra na falta de consenso; há cinco modelos em discussão e disputas por protagonismo O otimismo com o ambiente favorável à aprovação de reformas no Congresso e o entusiasmo com mudanças na matriz tributária do país esbarram na proliferação de propostas sobre o tema. Atualmente, há cinco modelos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="modal-ready"><p style="text-align: justify;">Proposta que mudará os impostos no país, esbarra na falta de consenso; há cinco modelos em discussão e disputas por protagonismo</p>
<p style="text-align: justify;">O otimismo com o ambiente favorável à aprovação de reformas no Congresso e o entusiasmo com mudanças na matriz tributária do país esbarram na proliferação de propostas sobre o tema. Atualmente, há cinco modelos em discussão e um longo caminho até o consenso. Apesar do discurso de união para a construção de um texto único, a expectativa é de forte queda de braço entre governo e parlamento em busca de protagonismo.</p>
<p style="text-align: justify;">A Câmara se adiantou no processo e apresentou, ainda no primeiro semestre, um projeto que unifica tributos federais, estaduais e municipais em um Imposto de Valor Agregado (IVA). Pesou a articulação do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em um sinal de independência do parlamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, o governo passou a mencionar pontos de uma futura proposta, mas manteve a cautela. O temor era atrapalhar o debate que ainda estava voltado à Previdência.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a aprovação das mudanças nas aposentadorias, o ministro da Economia, Paulo Guedes, projetou o envio da reforma tributária governista para os próximos dias. Em um teste de impacto, a equipe econômica adiantou pontos. Um deles é a simplificação tributária apenas de impostos federais, ou seja, menos abrangente que a do Legislativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Governadores discordam dessa limitação e defendem a redução da autonomia da União no controle do bolo tributário. Na prática, os Estados veem a oportunidade de liderar a discussão em torno de um novo pacto federativo e já elaboraram uma proposta própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da disputa, os líderes dos debates acreditam que não haverá confronto de ideias. Em um almoço, na última segunda-feira (5), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), garantiu, ao lado de Maia e Guedes, que a reforma tributária terá um texto construído entre parlamentares e governo.</p>
<p style="text-align: justify;">– Eu não tenho dúvida que vai ser aprovada uma mudança no sistema tributário e que vamos ter um IVA. Temos só que decidir qual o modelo. A proposta da Câmara é a melhor – opina o presidente da comissão especial da reforma tributária, Hildo Rocha (MDB-MA).</p>
<p style="text-align: justify;">No projeto avaliado pelo governo, ainda há a promessa de revisões na tabela do imposto de renda e de um tema que irá esquentar o debate: a criação de um imposto semelhante à antiga CPMF. Desde o ano passado, protagoniza-se um jogo em que o secretário da Receita, Marcos Cintra, anuncia a intenção de retomar a contribuição, enquanto o presidente Jair Bolsonaro o desmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última sexta-feira, o presidente voltou a contrariar o subordinado, apesar de admitir que há avaliação sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">– Já falei que não existe CPMF. O que ele (referindo-se a Cintra) quer mexer (ainda) é tudo proposta. Não vai depois dizer lá na frente que eu recuei. Tudo é proposta – disse.</p>
<p style="text-align: justify;">A intenção é criar uma contribuição sobre movimentações financeiras, substituindo a desoneração da folha de pagamentos das empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">A comissão especial da reforma tributária fará a primeira reunião na terça-feira (13). O relator no colegiado, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), deverá apresentar em outubro a proposta que será votada em plenário. A agilidade da tramitação na Câmara dependerá da capacidade de líderes no Legislativo e da equipe econômica do governo encontrarem convergência de interesses econômicos e políticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Opções em jogo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Governo Bolsonaro</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda em elaboração, deverá ser apresentada ao Congresso nos próximos dias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Simplificação</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), unificando PIS, Cofins, IPI e parte do IOF  – todos tributos federais.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Imposto de renda</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Correção da tabela de forma “lenta e gradual”.</li>
<li>Ajuste da faixa de isenção pela inflação.</li>
<li>Fim da dedução de gastos em saúde e educação como contrapartida à redução de alíquotas.</li>
<li>Diminuição da alíquota para empresas.</li>
<li>Tributação sobre lucros e dividendos de ações de pessoas físicas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Movimentações financeiras</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Criação de imposto sobre pagamentos voltado à · Previdência, uma espécie de · CPMF ampliada.</li>
<li>Desoneração da folha de pagamento das empresas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Na Câmara</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP), a partir de estudos do economista Bernard Appy, será discutida por uma comissão especial, com a primeira reunião na terça-feira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Simplificação</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), unificando PIS, Cofins e IPI (federais), ICMS (estadual) e ISS (municipal).</li>
<li>Transição gradual ao longo de 50 anos.</li>
<li>Distribuição da arrecadação comandada por um comitê formado por União, Estados e municípios.</li>
<li>Criação de imposto sobre bens e serviços específicos, de competência federal.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Unificação de alíquota</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Acaba com incentivos para desestimular a “guerra fiscal” entre Estados.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Dissidência</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O deputado Luciano Bivar (PSL-PE) apresentou um texto alternativo ao de Baleia Rossi, sugerindo a adoção de um imposto único sobre movimentações financeiras, com alíquota de 1,611%, extinguindo os demais tributos do país. A proposta não é apoiada pelo governo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>No Senado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Liderada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o texto tem como base projeto do ex-deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). Não há previsão de a matéria ir à plenário. Deverá ter trechos utilizados na proposta que tramita na Câmara.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Simplificação</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Criação do Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), unificando IPI, IOF, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, Salário-Educação e Cide (federais), ICMS (estadual) e ISS (municipal).</li>
<li>Criação de imposto sobre bens e serviços específicos, de competência federal.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Dos Estados</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Elaborada pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz), deverá ter tramitação conjunta com a proposta da Câmara.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Simplificação</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Estados apoiam a unificação de impostos federais, estadual e municipal, mas sugerem que a União não participe da gestão do novo tributo.</li>
<li>A administração caberia a Estados e municípios.</li>
<li>A ação retiraria protagonismo do governo federal e, na prática, é encarada como uma revisão do pacto federativo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Fundos</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O primeiro seria criado para compensar eventuais perdas para Estados com o novo sistema.</li>
<li>O segundo ficaria focado no desenvolvimento regional, substituindo políticas de incentivos fiscais.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Instituto Brasil 200</p>
<p style="text-align: justify;">Defendida por empresários que veem uma “janela de oportunidade” para simplificação radical da matriz tributária brasileira. O texto não está em tramitação no Legislativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Simplificação</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Criação de um imposto único, prevendo a extinção de mais de 90 tributos do país, inclusive o IPTU e o IPVA.</li>
<li>Qualquer movimentação em conta corrente teria alíquota de 2,5% para quem paga e para quem recebe valores. Objetivo seria de ampliar a base de arrecadação, combatendo a sonegação.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Apras.org.br</p>
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