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	<title>carga tributária e burocracia impedem crescimento dos negócios &#8211; Supermercados Goes &#8211; o Super da Família do Bairro!</title>
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		<title>Para 96% dos empresários, carga tributária e burocracia impedem crescimento dos negócios, revela pesquisa CNDL/SPC Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Sep 2019 13:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária e burocracia impedem crescimento dos negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Não importa o tamanho da empresa, segmento de atuação ou localidade, fazer a sua empresa crescer ou trabalhar pela manutenção de seus negócios é sempre um desafio na realidade brasileira. Uma pesquisa feita pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao C rédito) em parceria com o Sebrae [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="modal-ready"><p style="text-align: justify;">Não importa o tamanho da empresa, segmento de atuação ou localidade, fazer a sua empresa crescer ou trabalhar pela manutenção de seus negócios é sempre um desafio na realidade brasileira. Uma pesquisa feita pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao C rédito) em parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) revela que <strong>96% dos empresários brasileiros avaliam que a alta carga tributária </strong>e a complexidade do sistema de arrecadação representam uma barreira para o desenvolvimento de seus negócios. A queixa se sobressai, principalmente, na tributação sobre a fabricação e venda de produtos ou serviços, apontado por 53% da amostra como um empecilho.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros fatores do chamado “Custo Brasil” também são criticados pelos empresários ouvidos no estudo, como o excesso de burocracia para abrir, manter e fechar empresas e também na contratação e dispensa de funcionários (49%). Já 44% veem os altos juros como um empecilho para o crescimento de seus negócios e 41% reclamam do alto custo para empregar devido à tributação da folha de pagamento. A dificuldade para obter c rédito é mencionada por 21% da amostra.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa, que teve como objetivo identificar possíveis entraves para o crescimento das empresas, integra o convênio Políticas Públicas 4.0 (PP 4.0), firmado entre o Sistema CNDL e o Sebrae, e pretende coletar insumos para a proposição de políticas públicas que contribuam para a melhoria do ambiente de negócios no país e, consequentemente, apoiem o desenvolvimento do varejo.</p>
<p style="text-align: justify;">“A alta taxa de impostos diminui a lucratividade e dificulta a sobrevivência do negócio, especialmente em seu início e durante a fase de consolidação. A burocracia torna as empresas lentas e pouco competitivas, os juros excessivos inibem a tomada de c rédito e os investimentos, e prejudicam diretamente a capacidade produtiva”, observa o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), José César da Costa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para maioria, condições da infraestrutura, mobilidade e segurança pública, também são barreiras para o crescimento das empresas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o estudo, <strong>62% dos empresários também apontam que aspectos relacionados à infraestrutura </strong>do país impactam negativamente o crescimento da empresa, sendo as áreas mais mencionadas as rodovias e estradas (30%), a conectividade a internet (22%), o sistema de Correios (22%) e a qualidade da telefonia (20%).</p>
<p style="text-align: justify;">Já as <strong>deficiências na segurança pública são problema para os negócios na opinião de 71%</strong>, em virtude do risco de assalto no entorno da loja ou empresa (59%), da falta de iluminação adequada para o período noturno (27%) e da presença de moradores de rua nas imediações do negócio (22%). A gestão empresarial também foi colocada como um obstáculo para o crescimento da empresa, apontado por 88% dos entrevistados. Nesse caso, as dificuldades passam pela contratação de mão de obra qualificada (43%), a falta de dinheiro para comprar informações sobre o mercado e clientes (26%), manter a motivação e produtividade dos funcionários (24%) e a falta de tempo para fazer atividades operacionais e de gestão (23%).</p>
<p style="text-align: justify;">Para 73%, a mobilidade urbana, que se refere às condições para o deslocamento eficiente e seguro de pedestres e motoristas nas cidades, também prejudica o crescimento das empresas, principalmente pelas dificuldades de estacionamento (41%), trânsito intenso (34%) e falta de pavimentação das ruas (29%).</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa também investigou como a informalidade atrapalha o desenvolvimento das empresas no país. <strong>Para 51% dos empresários entrevistados, o comércio informal interfere</strong> em alguma medida nas vendas da sua empresa, sendo os maiores obstáculos o fato de oferecerem os mesmos produtos ou similares, porém mais baratos por não pagarem impostos (77%). Para 25%, o maior problema é a sensação de insegurança no entorno das lojas, por muitas vezes estarem envolvidos com tráfico e organizações criminosas, e 20% apontam os impedimentos no trânsito de pessoas no entorno da loja em função da aglomeração de barracas nas calçadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>59% dos empresários estão otimistas com ações do governo para aumentar as vendas do varejo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O governo federal adotou nos últimos meses medidas com o intuito de desburocratizar a atividade empresarial, como por exemplo a MP da Liberdade Econômica, que traz medidas de desburocratização e simplificação de processos para empresas e empreendedores.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante de medidas como essa, <strong>59% dos empresários entrevistados estão otimistas </strong>com a perspectiva do atual governo em adotar medidas para aumentar as vendas do varejo até o final do mandato, enquanto 24% estão em posição neutra e 16% se dizem pessimistas em algum grau.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as iniciativas que o governo poderia adotar no país para estimular o varejo, as ações com maior potencial de impacto na avaliação dos empresários consultados seriam a promoção de uma reforma tributária que reduza a carga de impostos e simplifique o regime de tributação das empresas (81%) e o lançamento de linhas de c rédito menos burocráticas com juros menores para empresas de pequeno porte (78%). O fornecimento de consultorias gratuitas para micro, pequenas e médias empresas (75%) e investimentos públicos na segurança pública para que os consumidores circulem pelas regiões de comércio (75%) também são medidas consideradas necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">“As medidas aprovadas recentemente pelo Congresso Nacional, como a Reforma da Previdência e a MP da Liberdade Econômica mostram a abertura de um caminho para a redução dos gastos com a máquina administrativa, a desburocratização e a simplificação do sistema tributário. Nesse cenário, as ações estratégicas de estímulo ao setor empresarial são cruciais”, afirma Costa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Metodologia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa ouviu 601 Proprietários ou responsáveis pela gestão de empresas dos setores de comércio varejista e serviço, situadas nos 27 estados brasileiros. Foram consideradas empresas com pelo menos um funcionário. Baixa a íntegra da pesquisa em <a href="https://spclink.spcbrasil.org.br/cl/PGXYX/BxFJ/56fe/IJE97rkBSFE/BKpk/CNokB3-J0vS/1/">https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Apras.org.br</p>
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